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Prefeitura de Olinda
Observatório de Olinda

O DESTINO DOS CANDIDATOS DERROTADOS POR LUPA

Há duas semanas um grupo de oito candidatos a prefeito de Olinda foi fragorosamente derrotado pelo Professor Lupércio, reeleito com a acachapante marca de 63,62% dos votos válidos – maior votação proporcional da história de Olinda.

Lupa, absolutamente vitorioso, segue para seu segundo mandato, tendo somado 123.534 votos. Mas qual será o destino dos seus concorrentes?

Vamos mostrar as possibilidades de futuro, por ordem decrescente de votos, analisando as perspectivas de cada um e cenários possíveis para 2022 e 2024.

JOÃO PAULO – “Importado” do Recife para cumprir missão do PCdoB em Olinda, o ex-prefeito da Capital já esqueceu o revés (23,32%) e voltou à sua rotina na Assembleia Legislativa, onde exerce mandato de deputado estadual.

Jampa só voltará à Marim dos Caetés daqui a dois anos em busca de votinhos para sua reeleição, mas não tentará ser prefeito de Olinda novamente. Em 2024, aos 73 anos, não vai querer esquentar a cabeça com uma cidade-problema como a nossa. Os comunistas vão ter que pensar em outro nome para tentar a reconquista de Olinda.

CELSO MUNIZ – O “dono do Shopping” perdeu a grande oportunidade de ser prefeito de Olinda nestas eleições 2020. Se tivesse começado a interagir com a cidade, estrategicamente, pelo menos um ano antes das eleições – como fez Antonio Campos, em 2016 – a disputa poderia até ter ido ao 2º Turno.

Desconhecido da grande massa, o empresário filiado ao MDB só convenceu 6,02% do eleitorado a apoiar suas propostas. Porém, se começar a trabalhar a partir de agora, envolvendo-se com formadores de opinião e instituições orgânicas da cidade (igrejas, entidades de classe, associações etc), poderá aparecer com chances na próxima eleição.

Insistindo em continuar no obscurantismo e acreditando que resolverá uma eleição como a de Olinda em 45 dias, melhor nem tentar brigar pela prefeitura novamente. Uma boa jogada também seria se candidatar a deputado estadual em 2022. Mas se não for pra mergulhar de cabeça, é voltar à vidinha na administração do Patteo e se livrar do sonho do Palácio dos Governadores.

JORGE FEDERAL – Quarto colocado na disputa (3,07%), o atual vereador-presidente da Câmara Municipal ficará sem mandato, a partir de 2021. Mas já avisou que continuará “atuando politicamente” na cidade. Ou seja, usará o vasto conhecimento que tem sobre as questões do município para se posicionar. O Rei do Outdoor, inteligentemente, não vai querer sair da mídia e certamente fará uma segunda tentativa rumo à prefeitura, em 2024.

GUTO SANTA CRUZ – O advogado que representou o PDT plantou uma semente, tendo colhido 2.721 votos (1,40%), ficando à frente de outros quatro candidatos até mais “rodados” em Olinda. Para um nome absolutamente desconhecido e sem muitos recursos, pode até se dizer que “perdeu, mas ganhou”.

Desde o início o objetivo da campanha era apenas fortalecer o nome do PDT, em Olinda. Atingiu parcialmente a meta e fincou algumas poucas estacas para ajudar Túlio Gadelha e Ciro Gomes, em 2022.

LANTERNINHAS – Com votações pífias, inferiores a muitos candidatos a vereador, Armando Sérgio (Avante – 1.649 votos – 0,85%), André Azevedo (DC – 1.477 votos – 0,76%), Tota do V-8 (PMN – 1.318 votos – 0,68%) e Marcos Freire Jr (Rede – 434 votos – 0,22%) sepultaram em definitivo qualquer possibilidade de disputar a Prefeitura de Olinda em outra eleição.

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