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MÁRCIO BOTELHO: “ME MANDARAM AJOELHAR E APONTARAM A ARMA PRA MINHA CABEÇA”

Em entrevista à Rádio Jornal, hoje (19), o vice-prefeito de Olinda, Márcio Botelho, contou detalhes dos momentos de terror que viveu na noite de ontem (18), após ter sido levado em seu próprio carro por quatro bandidos, na Ilha de Santana (Rato), no bairro de Jardim Atlântico.

Clique no link para ler a primeira matéria sobre o caso https://observatoriodeolinda.com/marcio-botelho-sequestro-relampago/

Por cerca de duas horas ele foi torturado emocionalmente com um revólver colocado em sua cabeça e a ameaça de matá-lo ainda dentro do veículo, que havia sido tomado pelos criminosos. “Me mandaram ajoelhar e apontaram arma para minha cabeça, me ameaçavam de morte o tempo todo, me espancaram”, disse.

“Fui abordado por três indivíduos. Entraram me dando um soco e me pediram pra deitar no chão do carro. Outro homem estava num Gol seguindo a gente e eles diziam que iriam me matar, perguntando se eu era policial. Eu disse que sou advogado criminal, mas não falei a minha condição de vice-prefeito. Eles estavam dizendo que iam me matar e num momento pensei que iriam fazer isto dentro do carro”, disse.

CAPUZ – Ele contou que foi levado a um canavial, no Cabo de Santo Agostinho, onde os marginais colocaram um capuz na sua cabeça e pediram as senhas do celular e dos cartões de crédito e do banco.

Apontaram o revólver para a minha cabeça e disseram que iam me matar ali. Mas um deles me pediu pra ficar calmo, que não ia acontecer nada. Ele me empurrou e me mandou correr. Depois de 30 minutos perdido, achei um caminho que na BR-101, onde um motorista de aplicativo me ajudou”, relatou.

GOE – O caso está sendo investigado pelo Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil. O delegado à frente do trabalho, Paulo Berenguer, disse que, tecnicamente, o caso será tratado como ‘roubo’, pois o objetivo do grupo era roubar o carro, descaracterizando a ideia inicial de sequestro.

Roubo triplamente qualificado pelo uso da arma de fogo, restrição da liberdade da vítima e pelo concurso de duas ou mais pessoas“, explicou o delegado. A polícia já conseguiu prender um dos quatro suspeitos de participação no crime, identificado como João Felipe Oliveira López, 22 anos.

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