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Prefeitura de Olinda

JUSTIÇA BLOQUEIA CONTAS DO CONDOMÍNIO TENDA E MORADORES TEMEM COLAPSO

A crise provocada pela quebra de braço entre a ex-síndica do Condomínio Campo de Pouso – Concorde, em Maranguape I (Paulista), Lilyane Costa Pereira, e um grupo de moradores que suspeita de irregularidades na sua gestão teve mais um capítulo ontem (20), quando o juiz da 3ª Vara Cível da Comarca de Paulista, Jorge Eduardo de Melo Sotero, determinou o bloqueio da conta do condomínio no Banco Santander.

“Considerando as alegações produzidas pelas partes sobre prejuízos que vem sofrendo o condomínio, com a existência de débitos não adimplidos, entendo necessária a medida cautelar de proibição de movimentação de contas bancárias do condomínio até posterior decisão do juízo competente (2a Vara Cível da Comarca)”, escreveu o juiz em sua decisão.

O conjunto Concorde é um empreendimento popular da Construtora Tenda com um total de 304 apartamentos. A taxa de condomínio é de R$ 200,00, o que resulta em uma arrecadação aproximada de R$ 60 mil/mês. Com o bloqueio da movimentação bancária, as famílias residentes temem que os serviços do habitacional entrem em colapso.

“Como é que vai pagar funcionários, Compesa, Celpe etc? A gente tá vivendo um inferno com essa confusão. A síndica não presta contas de nada e agora o condomínio tá virando ‘terra de ninguém’. É um absurdo. Esperamos que a justiça seja rápida para resolver o impasse na gestão, já que agora o conjunto tem dois síndicos e ninguém sabe quem manda de verdade”, reclamou um morador, em off.

Relembre o início da crise https://observatoriodeolinda.com/rombo-de-meio-milhao-de-reais-e-briga-judicial-agitam-condominio-tenda-e-seus-mais-de-300-apts/

VENEZUELA – Atualmente a comunidade do Condomínio Concorde está vivendo um problema parecido com o que ocorre na Venezuela, onde o ditador Nicolas Maduro mantem o poder, mas o líder oposicionista Juan Guaidó autodeclarou-se presidente da república.

É que, no último dia 07, um grupo de moradores insatisfeitos realizou assembleia extraordinária e elegeu uma chapa completa para administrar o condomínio com síndico, subsíndico e conselhos Fiscal e Consultivo. A então síndica Lilyane Costa Pereira não reconheceu a assembleia dos “rebeldes” e fez outra reunião no dia 15 onde também se proclamou síndica reeleita.

Segundo os moradores, a reunião foi tão precária que a ex-síndica não conseguiu formar chapa com os demais integrantes da gestão. “Foi um negócio ‘mal assombrado’ e ninguém quis participar da chapa dela. Como pode ter uma gestão onde não existe subsíndico nem conselho fiscal?”, questiona João Paulo Silva, que está à frente das medidas que tentam impedir a continuidade da gestão de Lilyane.

De acordo com ele, por conta da falta de transparência e dos fortes indícios de problemas na prestação de contas, os conselheiros fiscais da gestão passada se recusaram a assinar os livros contábeis sob a responsabilidade da ex-síndica Lilyane Pereira. “Aguardem as cenas dos próximos capítulos”, disse, dando a entender que novas broncas devem explodir ao longo da semana.

NOTA – O Observatório de Olinda mantém o canal aberto para a manifestação da senhora Lidyane Pereira, caso a mesma deseje fazer algum tipo de esclarecimento a respeito dos fatos apresentados pelos moradores.

FOTO: Arquivo.

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