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Prefeitura de Olinda

QUEM DÁ JEITO NA FAVELA DA BEIRA MAR DE OLINDA???

Há um provérbio bíblico que diz: “Um abismo chama outro abismo”. E assim parece ser a situação da orla de Olinda. Problemas e mais problemas, de todos os tamanhos e gravidades. Da total falta de higiene na manipulação de alimentos pelos barraqueiros até toneladas de lixo jogados na areia. Do som ensurdecedor até assassinatos ao meio-dia. Ninguém controla a favela que se instalou na beira mar da cidade Patrimônio Cultural da Humanidade. Ninguém!!!

Ontem (15), assim como em todos os finais de semana e feriados,  foi mais um domingo de desrespeito às mínimas leis de convivência civilizada. Além da balbúrdia toda já conhecida de todos, uma das barracas que fica em frente ao Templo Budista, em Casa Caiada, achou que poderia promover uma “festa rave” e impôs milhares de decibéis de música da pior qualidade para quem estava na praia ou a centenas de metros do local.

No templo budista ninguém pôde meditar ou fazer orações com o barulho, enquanto nas residências moradores foram impedidos de assistir televisão. Se algum hóspede do Hotel de Trânsito de Oficiais do Exército quis descansar, ficou só na vontade, porque a zoada não permitiu nada disso. Nem orações, nem o direito de estar em paz dentro de casa.

“Em um país sério uma coisa dessas não acontece de jeito nenhum. Onde está a prefeitura??? Onde está a polícia??? Onde está o famoso Ministério Público, que questiona tudo,mas não vê este tipo de abuso contra o sossego???”, questionou uma moradora de um dos edifícios da área, lembrando que o assassinato ocorrido na segunda-feira passada (09) se deu exatamente em frente à barraca do som alto que não respeita ninguém. “Um abismo chama outro abismo”.

Socorro!!!! O povo aguarda providências!!!

4 thoughts to “QUEM DÁ JEITO NA FAVELA DA BEIRA MAR DE OLINDA???”

  1. Há muito tempo a orla de Olinda virou favela. Como moradora de Olinda há 34 anos acompanhei está evolução. Som alto, lixo, barracas sem ordenação, falta de higiene, violência, animais soltos, além de um odor nada agradável. Alguém vai mudar essa realidade? Não. Principalmente em ano de eleição…

  2. Matéria interessante e que nos remete a concluir que o governo municipal não está, assim como os passados, com a mínima vontade de resolver essa questão que, além de enfeiar a praia, causa transtornos aos que moram nas proximidades e que sequer tem o sacrossanto direito descansar nos fins de semana, que dirá de passear pela orla nos finais de tarde, onde o álcool e, provavelmente, “outras coisas” estão na cabeça dos mais astuciosos. Olinda é feia, suja, tem “inferninhos” onde quer que se vá. Será que não tem solução? SIM, BASTA ORDENAR! Se não quer ordenar, se não há “logística”, que tal aproveitar o “piscinão” ali no Carmo, perto do Fortim do Queijo, até por trás dos Correios? Deve ter vereador que mora na Beira Mar próximo as barracas barulhentas, e não mexe por que? Garanto que se for por causa de impopularidade, a INÉRCIA é tão impopular quanto! Vamos em frente!

  3. Por que o vereador Jorge Federal, que “pegou no pé” do novo shopping de Olinda, com audiências públicas frequentes, não assume essa bandeira?
    Ele reside nas proximidades o pode, se quiser, acionar o poder municipal para ordenar o comércio na praia, incluindo a fiscalização da preparação e venda de comidas, poluição sonora, venda e consumo de drogas ilícitas, consumo de bebidas alcoólicas por menores de 18 anos e outras práticas comuns aos cabarés.
    Com algumas audiências públicas (ação preferida do vereador), envolvendo todos os órgãos municipais e estaduais, o problema pode ser resolvido.

  4. Esta é a segunda vez que esta matéria é veiculada neste canal, desde que comecei a acompanhar há menos de um ano e não parece que sensibiliza o governo local. Infelizmente o que se vê é um completo descaso com a orla de Olinda sem qualquer exagero. A favelização da beira mar, como se tem visto, milita contra o turismo da cidade, uma atividade econômica de importância. Além disso contribui para desvalorização imobiliária quê também tem impacto nos cofres públicos municipais, haja vista impostos como IPTU e ITBI. O que falta é vontade política para encampar um projeto de custo zero, como seria impedir que se levante barracas, banheiros e cozinhas de improviso numa verdadeira poluição visual além da questão sanitária. Olhamos à beira mar de Boa Viagem e ficamos só na vontade de que a orla de Olinda tenha ao menos um pouco de organização. Poderia ser ao invés de Olinda, Ofeia cidade. Não conte com meu voto Sr Prefeito na próxima eleição.

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