Skip to main content
Prefeitura de Olinda

FALLOW & DISSE: VOTO DEMOCRÁTICO! – Kildare Johnson

O senhor presidente da Câmara dos Deputados, deputado Arthur Lira, falou que “dificilmente o voto impresso será aprovado pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados”. Será? O tema voltará ao debate naquele colegiado nesta semana, com o fim do recesso. A votação está prevista para a próxima quinta-feira, dia 5.

Em live do Conjur, o presidente da Câmara dos Deputados lembrou que uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), também relacionada ao voto impresso está parada no Senado desde 2015. “Regimentalmente o resultado da comissão impactará se esse assunto vem para plenário ou não. Na minha visão, tudo indica que não. Eu tenho dado um posicionamento claro no sentido de que já exista uma PEC aprovada na Câmara desde 2015, com relação a voto impresso, e o Senado nunca se debruçou a analisar. Portanto, eu venho dizendo que o foco está errado. Se alguém quer trazer esse assunto para a discussão, teria que ser tratado no Senado. Votar uma segunda PEC na Câmara para que depois ela vá ao Senado e tenha o mesmo destino é perda de tempo”, afirmou. 

Enquanto isso o senhor presidente Jair Messias Bolsonaro (PR)deixou evidente que usará o “rolo compressor” da base aliada para aprovar o aprimoramento do sistema de escolha de representantes eleitos, com voto impresso pela urna eletrônica e contagem pública de votos.

Na última quinta-feira, o PR produziu um importante discurso, foi na habitual live transformada em uma espécie de “pronunciamento oficial”; na live o PR conseguiu ir, além da defesa da transparência e segurança eleitoral, quando soltou a frase “Democracia acima de tudo; liberdade acima de todos”, desta forma, o PR reafirmou o seu RESPEITO à Lei Maior, quando disse que sempre pautou por estar “dentro das quatro linhas da Constituição”, como costuma falar, deixando evidente que não dará trégua na “guerra” contra possíveis sabotagens do que se chama de “establishment” e seu aparelhado “mecanismo estatal”

Em duas horas de exposição, o PR exibiu uma série de fatos e acontecimentos reais e, ao mesmo tempo, estranhos que colocam em dúvida o processo eleitoral como é hoje. Os argumentos do PR fortaleceram a tese, hegemônica na opinião de grande parte dos eleitores, de que o sistema de votação eletrônica só poderá ser legitimado se sofrer uma alteração visando maior transparência e segurança na votação, além da transmissão de dados da apuração.

Os argumentos mais contundentes em favor da mudança foram o histórico de advertências oficiais de peritos da Polícia Federal (PF) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os advertindo sobre falhas e vulnerabilidades do sistema que necessariamente carecem de ser urgentemente corrigidas.  

O TSE pouco ou nada fez para melhorar a votação eletrônica, insistindo numa “dogmática” tese de “perfeição” do sistema de primeira geração e que há 25 anos está em atividade aqui, em Bangladesh e em Butão; esses dois últimos considerados países atrasados no quesito tecnologia da informação. 

Desde 2016 a PF vem apresentando ao TSE uma série de vulnerabilidades no sistema eleitoral. Na live, o senhor Ministro da Justiça, Anderson Torres, resumiu alguns dos relatórios da PF e um deles deixa claro que “o processo de transmissão de voto não é auditável”, como insiste em afirmar o senhor Ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE. Ou seja, não há como garantir a segurança absoluta do sistema! 

Mesmo assim, a Justiça Eleitoral “garante” que as nossas urnas são seguras e até, surpreendentemente o faz com campanhas publicitárias. A verdade é que o modelo atual precisa sofrer modificações, alterações urgentes, para permitir a recontagem pública de 100% dos votos, que podem e devem acontecer nas próprias seções eleitorais, depois de encerrada a votação. 

Apesar de, como admitiu o senhor PR: “Não se tem como se comprovar que as eleições não foram ou foram fraudadas”, os indícios são consideráveis e, como ele afirmou, “Um crime se desvenda com vários indícios”. Ao final, o PR conseguiu mobilizar, ainda mais, seus apoiadores para a grande manifestação popular marcada para este domingo, dia 1º, nas ruas de todo o Brasil.

No mínimo os atos, que tendem a ser bem-sucedidos em quantidade de gente mobilizada, servirão como pressão direta aos políticos pela aprovação da PEC 135/2019, que versa sobre o voto impresso com contagem pública, que o senhor PR chamou de Voto Democrático! 

Kildare Johnson – Bacharel em Direito, Mediador/Conciliador, Árbitro Judicial e Palestrante RM. 

One thought to “FALLOW & DISSE: VOTO DEMOCRÁTICO! – Kildare Johnson”

  1. Mais uma palhaçada do Bozo. Não tem o que fazer, pois nem governar um país ele sabe. Ainda tem idiota que fica defendendo outro. Quer desviar o foca das suas milícias e bandidagena. País lascado. LULADRÃO E BOZO LARÁPIO.

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: