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Prefeitura de Olinda

FALLOW & DISSE: “TEJE PRESO!!!” – Kildare Johnson

Na última quarta-feira (17), tivemos uma dessas surpresas com a prisão do deputado federal Daniel Silveira, do Rio de Janeiro, situação onde ficamos sem entender o seu intento, dada a forma como ocorreu e aqui deixo claro que não estou questionando o (s) motivo (s) e sim “quebrando a cabeça” para tentar entender o método, a forma, o rito seguido pela Suprema Corte (quem sou eu para questionar a última trincheira do Judiciário? “zulive”!).

A vida sempre “apronta” surpresas com a gente, algumas delas não tão agradáveis, umas boas, algumas tristes, muitas felizes, mas tem as que não entendemos o seu sentido, nem tampouco a sua razão, nos restando, tão somente, elucubrar acerca do seu propósito, desígnio ou mesmo finalidade.

Presumo, pois, que OUTRAS PRISÕES VIRÃO, porque há uma infinidade de esculhambação à Corte Suprema em vídeos espalhados pelas redes sociais, onde supostos criminosos chamam alguns dos senhores ministros até de “traidores da pátria” e tem até quem diga que “Temos uma Suprema Corte totalmente acovardada”, como tem áudio do Lula da Silva, este, sim, CRIMINOSO condenado, todavia à solta por aí.

Os insultos seguem: “Tem que fechar o Supremo Tribunal Federal” disse o então deputado Wadih Damous do PT; “Deveria tirar todos os poderes do Supremo e ser só Corte Constitucional”, “Judiciário não é poder da República, ele é um órgão, mas se transformou em um quarto poder. Se o Judiciário assume poderes do Executivo e do Legislativo, caminhamos para o autoritarismo”, declarou José Dirceu do PT, outro CONDENADO, também à solta; “Dias Toffoli, advogado do PT, Gilmar Mendes traidor da Pátria, o Supremo tem que ser dissolvido”, falou a senhora Joice Hasselmann, deputada federal do PSL, que teve menos de 2% dos votos para prefeita de São Paulo em 2020. Enfim, vamos aguardar…

Em tempos de tensões, como estes que estamos vivendo, ao invés de recomendar a leitura de um livro bastante evidente nos últimos dias, como o de Direito Constitucional, do então jurista e doutrinador Alexandre de Moraes, por exemplo, sugiro uma leitura de ficção, um SALTÉRIO do impagável Chico Anysio, obra genuinamente nordestina, evidenciando os costumes, hábitos e linguagem.

Com humor sutil, o FOLHOSO tratou de assuntos como Política, Poder, Machismo, e até comportamentos que, atualmente seriam INCONCEBÍVEIS, como intolerância a portadores de necessidades especiais, como um caso que é narrado em uma das Histórias do Livro, mas entendamos que a obra foi lançada em 1975 e naquela época o “politicamente correto” não era tão cobrado e se fazia humor com homossexuais, com pessoas de baixa estatura e o tal bullying nem existia!

A História que deu TÍTULO ao Livro acontece fictícia cidade de Cravelho, uma comunidade esquecida por causa da RIVALIDADE entre outras duas cidades mais prósperas (inveja ou briga para medir PODERES?). Quando Cravelho começa a se tornar alvo de BANDIDOS com a explosão da VIOLÊNCIA, sem poder contar com auxílio do governo, os cidadãos se unem para construir uma nova Cadeia. Porém, quando a Cadeia finalmente fica pronta, não encontram presos para inaugurá-la, vale à pena ler! O título? “TEJE PRESO”.

Kildare Johnson – Bacharel em Direito, Mediador/Conciliador, Árbitro Judicial e Palestrante RM.

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