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Prefeitura de Olinda

FALLOW & DISSE: “REFORÇO NA ZAGA DO TIME DA DEMOCRACIA!” – Kildare Johnson

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso afirmou em entrevista na quarta-feira, dia 05 de maio, concedida à Globo News, que a implementação do voto impresso “criaria o caos” (sic); “Se aprovado, o voto impresso criará ‘caos’ e ‘judicialização’ do resultado eleitoral”. E prosseguiu: “Nós vamos criar o caos em um sistema que funciona muitíssimo bem”.

Seria bom que o senhor presidente do TSE explicasse em que se sustenta essa afirmação, pois é sabido de todos que para se promover uma recontagem manual dos votos, se faz necessário um processo, onde o candidato apresente fortes indícios de que tenha ocorrido a fraude, sob pena de responder por tal FALSA COMUNICAÇÃO DE CRIME, caso não seja comprovado o que afirmou.

Além disso, existem casos que, havendo fraude, eles seriam considerados gritantes, como por exemplo em relação ao senhor presidente Jair Messias Bolsonaro, onde todos sabem ser ele um candidato favoritíssimo à reeleição, quiçá com vitória em um só turno!

Para tanto, basta sentir a temperatura das ruas onde quer que ele vá por este imenso Brasil, sem contar o APOIO que ele tem do povo, que no último sábado, dia 1º de maio, foi às ruas em centenas de cidades, num total de 25 MILHÕES de pessoas, segundo divulgaram alguns sites.

Fazendo uma “conta de padaria” em cada residência dos que foram as ruas, ao menos um apoiador ficou em casa no núcleo familiar, só aí já vamos para 50 MILHÕES, aproximadamente e se formos contabilizar aqueles brasileiros que apoiam o senhor presidente e o VOTO IMPRESSO (AUDITÁVEL) irrestritamente e que, por algum motivo, não puderam estar nas ruas naquele sábado, passaremos dos 70 MILHÕES “fácil-fácil”.

Assim, como se justificaria que um candidato que não tem a popularidade, o carinho, nem o apoio que goza o presidente Jair Bolsonaro, ou mesmo um que sequer anda num saguão de um aeroporto para não ser achincalhado, poderia apresentar um resultado equivalente ao que ele terá? Isso seria impossível e, claro margearia a tramoia.

Na “live” da quinta-feira, dia 06, em resposta às palavras do ministro Barroso, o presidente Jair Bolsonaro falou: “Eu acho que ele [Barroso] é o dono do mundo, o Barroso, só pode ser, o homem da verdade absoluta, não pode ser contestado. Ninguém mais aceita o voto que está aí, como vai dizer que esse voto é preciso, legal, é justo?”.

Com críticas ao sistema de votação atual, que é reconhecidamente antigo, de “primeira geração” ainda, o presidente afirmou que: “Se o Parlamento brasileiro, por maioria qualificada, por 3/5 da Câmara e no Senado, aprovar e promulgar, vai ter voto impresso em 2022 e ponto final. Vou nem falar mais nada, vai ter voto impresso. Porque se não tiver voto impresso é sinal de que não vai ter eleição, acho que o recado está dado. Não sou dono da verdade, mas eu respeito o Parlamento brasileiro assim como eu respeito o artigo 5º da Constituição“.

O presidente Bolsonaro também afirmou ser favorável ao VOTO IMPRESSO, por também ser favorável à DEMOCRACIA. E encerrou dizendo: “Quem acha que não tem fraude, porque está com medo do voto impresso? Quem quer uma democracia e quer que o voto valha de verdade, tem que ser favorável. Parabéns a Bia Kicis, autora do projeto e ao Arthur Lira. Quem for contra, ou acredita em Papai Noel ou tá do lado do Barroso, ou sabe que pode ter fraude e acha que irá se beneficiar”.

O ministro Luis Roberto Barroso ainda disse ao jornalista da Globo NEWS: “Eu acho que o voto em cédula, inclusive é o que fala a proposta de emenda constitucional, mesmo o voto impresso pela própria urna, eu acho que seria extremamente problemática e mexeria num time que está ganhando. Tem tanta coisa funcionando mal no Brasil e as pessoas estão, algumas pessoas, pensando em modificar o que vem funcionando bem”.

A opinião de sua excelência, o senhor ministro Luís Roberto Barroso, NÃO converge com o que nós, os eleitores, QUEREMOS! Somos MILHÕES que supomos, com base em relatos técnicos, que “o time corre risco e pode sofrer uma virada”! Assim, o VOTO IMPRESSO (auditável) significa um reforço na zaga do time da democracia.

Kildare Johnson – Bacharel em Direito, Mediador/Conciliador, Árbitro Judicial e Palestrante RM.

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