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Prefeitura de Olinda

FALLOW & DISSE: O BRASIL INTEIRO ESTÁ DE OLHO! – Kildare Johnson

Estamos assistindo a um TRISTE espetáculo de DESRESPEITO à população do Brasil. Me refiro a tal CPI da Covid-19 instalada no Senado Federal e, entre outros flagrantes desse MENOSPREZO, podemos lembrar o vídeo gravado na última quinta-feira quando do senador do Amazonas, ex-ministro do governo Dilma Rousseff, o senador Carlos Eduardo de Sousa Braga, ou Eduardo Braga foi flagrado numa “conversa de bastidor” dizendo ao também senador e presidente da CPI da Covid-19Omar Aziz, que “não faltou dinheiro para o Amazonas, que foi para o governador do estado do Amazonas, o prefeito de Manaus…”.

Em meio ao CHAFURDO ainda se ouve a  lastimável fala do senador Humberto Costa do (PT/PE), o do “muro que separa o México do Brasil” (sic), a CAÇOAR de uma das Preces mais Importantes e Simbólicas do Cristianismo, quando disse: “Vamos rezar um Pai Nosso: Pai Nosso que está no Cé…” e segue a fala com risos irônicos… Com o devido respeito aos profissionais circenses, cujo árduo oficio é fazer rir, mesmo ignorando os problemas que esses artistas possam estar passando e mal comparando, pergunto: como não chamar isso de circo?   

Só que não é nada engraçado perceber o que estamos vendo que é um misto de FALTA DE SERIEDADEDESACATO, tentativa de ACOBERTAMENTO dos VERDADEIROS CULPADOS, que DESVIARAM boa parte dos quase 700 BILHÕES que o governo federal enviou nos últimos 14 meses para combater e tratar a pandemia que deu nome à CPI, onde alguns dos seus integrantes demonstram que o interesse é tão somente culpar quem JAMAIS carregará o peso da culpa, BLINDANDO de forma FLAGRANTE alguns governadores e prefeitos já considerados suspeitos de CRIMES.  

É um tristonho espetáculo de malandragem no pior dos sentidos, num jogo de interesses, falseado por uma TRAIÇOEIRA demonstração de uma defesa dos interesses do povo brasileiro, como ficou claramente explícito no intento claro de autopromoção do senhor Luiz Henrique Mandetta, aquele que só queria dar entrevistas e por isso foi demitido (ainda bem), o do “vá pra casa e só procure uma unidade hospitalar quando sentir falta de ar”, ou seja, quando a sua saturação de oxigênio estiver baixa e seus pulmões comprometidos.  

Já o ex-ministro Nelson Teich, que passou 28 dias no comando da Pasta, foi inquirido vorazmente tendo a CPI, naquele dia começado a se transformar na “CPI da CLOROQUINA”, principalmente porque o oncologista afirmou que “decidiu pedir demissão, porque não aguentava mais ouvir falar em cloroquina”. Para onde ele terá ido, porque “cloroquina’ é só o que se falava à época, como é o que se fala até hoje!  

Uma “armação” para se conseguir “o impossível” parecia estar no depoimento do atual ministro da Saúde, o Dr. Marcelo Queiroga, que durou mais de 6 horas. Ele é um técnico, com profundo conhecimento e que alguns senadores aparentaram uma irritabilidade no decorrer do tempo de depoimento, como se estivessem frustrados, como se quisessem que fosse falado o que eles desejavam ouvir, tendo o senhor ministro dito que “não era capaz de responder a certas perguntas, especialmente as que abordassem a compra de vacinas, legislação e uso da cloroquina. Sobre essas questões, não responderia nada”

O que vem sendo ruim para verdade e para a democracia, é que o senador Renan Calheiros está dando sinais de parcialidade na sua relatoria, pois suas perguntas são tendenciosas e até certo ponto constrangedoras como as que fez ao ex-ministro Nelson Teich com um aparente intuito de comprometer o Governo Federal de todas as formas, até na responsabilidade pela produção de cloroquina (olha ela aí, novamente) para distribuir à população; o mesmo “ataque” sofreu o atual ministro Marcelo Queiroga que não se deixou “seduzir” por algo tão descabido, a mesma cantilena da cloroquina. 

Com o ex-ministro, o general Eduardo Pazzuelo não foi diferente, só que ele, quando o senador Omar Aziz o interpelou dizendo que as perguntas que o senador Renan Calheiros estaria fazendo deveria ter as respostas “sim” ou “não”, respondeu: Eu gostaria de colocar uma ideia aqui aos senhores: Eu acredito que temos ai uma população brasileira toda nos olhando e Respostas simplórias, sem a contextualização, sem a compreensão do que estamos falando, não atender ao que as pessoas estão esperando, eu vim aqui e vou responder a todas as perguntas, todas sem exceção”. 

Quando o relator perguntou ao general Pazzuelo “por que ele não tomou o comando e o protagonismo da negociação com a Pfizer”, respondeu: “pela simples razão que eu sou o dirigente máximo, sou o decisor, eu não posso negociar com a empresa, quem negocia com a empresa é o nível administrativo, não o ministro.” e continuou: “Ministro jamais deve receber uma empresa, o senhor deveria saber disso”. E o relator disse: “eu, eu, não eu, eu tô dizendo ao senhor o senhor não comandou, não comandou…” em voz alta em meio ao burburinho e vozes dizendo: “isso é um desrespeito”. Resta saber a quem desrespeitam. O ex-ministro, o general Eduardo Pazzuelo, ainda deixou uma importante informação: “29 países têm protocolos para uso de cloroquina”;    

O importante é sabermos que os resultados de qualquer Comissão Parlamentar de Inquérito, são encaminhados ao Ministério Público, para que promova a responsabilidade civil ou criminal dos supostos infratores. Ou seja, quando chega ao final, é apresentado um relatório IMPARCIAL, que pode conter denúncias e fatos que posteriormente poderão, ou não, serem apurados pelo Ministério Público. Também é importante salientar que uma CPI NÃO TEM O PODER DE PUNIR ou mesmo de entrar como uma ação civil ou criminal, pois ela tem poder investigatório, mas não de juiz e por isso, nas vezes que algumas chegaram a criminosos “apaniguados” (digamos assim) e não foi adiante, se disse que elas ‘terminaram em pizza’.

A CPI é apenas um trabalho de investigação, que culmina com um relatório que vai mostrar quais foram as falhas, apontar as responsabilidades, onde quem inicia as providencias legais é o Ministério Público, e/ou a Procuradoria Geral da República. O circo parece estar armado, mas o Brasil está de olho! 

Kildare Johnson – Bacharel em Direito, Mediador/Conciliador, Árbitro Judicial e Palestrante RM. 

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