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Prefeitura de Olinda

FALLOW & DISSE: MERECIDA POSIÇÃO! – Kildare Johnson

A nossa Pátria Amada foi eleita na última sexta-feira, dia 11 de junho, membro do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para o biênio 2022-2023. 

Se o Brasil foi eleito para figurar como membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas, para o biênio 2022-2023 subentende-se que o nosso país AINDA não é membro permanente; os membros permanentes são 5: Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China, que desde a Segunda Guerra Mundial lá figuram, pois estas foram as maiores potencias militares dos aliados naquela época); isso precisa está escrito ou já está explícito na condição?

Bem, vejam algumas manchetes de alguns veículos: CNN – “Brasil é eleito para vaga rotativa no Conselho de Segurança da ONU”; ISTOÉ – “Brasil ocupará assento não permanente no Conselho de Segurança da ONU”; percebo que, ao enfatizar os termos “vaga rotativa” ou “assento não permanente”, uma parte da imprensa passa uma sensação que remete a um suposto descontentamento o que, na realidade, deveria ser motivo de muito orgulho para todos os brasileiros!  

Explico: O nosso Brasil integrará pela 11ª vez o Conselho de Segurança das Nações Unidas que é o órgão mais importante e que é responsável pela segurança coletiva internacional; como diz um forrozeiro amigo nosso: “não é fraco não!” 

E tem mais: A nossa Pátria Amada, Brasil, estará numa posição de privilégio para atestar o seu compromisso com a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas que visa agir para salvaguardar a legitimidade da atuação das Nações Unidas frente aos mais complexos desafios enfrentados pela comunidade internacional; é ou não é para aplaudir de pé? É. 

Só dois países no mundo foram mais vezes eleitos membros do CSNU; o outro é o Japão! (Pense num orgulho?) 

Nossa candidatura foi aceita POR UNANIMIDADE pelas nações que integram a América Latina e o Caribe e de todos os 193 países-membros tivemos 181 votos.

O Brasil pleiteia um Conselho de Segurança das Nações Unidas mais representativo e transparente, permitindo uma maior participação dos países-membros e, claro, o nosso presidente Jair Messias Bolsonaro deseja que o nosso pais seja uma espécie de mediador para que possa traduzir os interesses dos países em desenvolvimento. 

É o Brasil conquistando o mundo, rumo a sua merecida posição! 

Kildare Johnson – Bacharel em Direito, Mediador/Conciliador, Árbitro Judicial e Palestrante RM. 

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