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Prefeitura de Olinda

FALLOW & DISSE: “A VERDADE QUE LIBERTA!” – Kildare Johnson

Senhoras e senhores observadores, ontem, 1º de maio, se comemorou o Dia do Trabalhador. Desde o final do século XIX que nos Estados Unidos, no Brasil e em vários outros países do ocidente, o dia 1º de maio é reservado para homenagear os trabalhadores e, portanto, também pode ser considerado “O Dia do Trabalho”, uma data que foi escolhida em razão de uma onda de manifestações e conflitos violentos que se desencadeou a partir de uma greve geral que paralisou os parques industriais da cidade norte-americana de Chicago, no dia 1º de maio de 1886.

Aqui no Brasil há relatos dando conta de que o 1º de maio é comemorado também desde o final do século XIX, no ano de 1895 precisamente. Todavia, foi em 26 de setembro de 1924 que esta data se tornou oficial, com o Decreto número 4.859 do então presidente Arthur da Silva Bernardes. No Decreto, Arthur Bernardes estabeleceu o 1º de maio como feriado nacional, que deveria ser destinado à comemoração dos mártires do trabalho e a confraternização das classes operárias do Brasil.

Nas décadas de 1930 e 1940, o então presidente Getúlio Dornellas Vargas passou a utilizar a data para divulgar a criação de leis e benefícios trabalhistas (dizem até que de forma demagógica), o que resultou no fim do antigo caráter de protesto da data, passando a assumir um viés comemorativo. Vargas passou a chamar a data de “Dia do Trabalhador”.

Há quase três décadas, o 1º de maio também se tornou um dia triste, nostálgico e até mesmo de luto para uma boa parte dos brasileiros que contam mais de 40 anos. Todos lembram do fatídico domingo, 1º de maio de 1994, quando Ayrton Senna colidiu violentamente numa barreira de concreto, enquanto participava do Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália. Uma consternação que abateu o Brasil de Norte a Sul. Quem não conhece alguém ou tem um parente que, desde aquele dia, perdeu o interesse pelas corridas de Fórmula 1?

O 1º de maio de ontem foi histórico para o nosso Brasil, ocorreram muitos atos em diversos estados do país, promovidos voluntariamente por partidários do presidente Jair Bolsonaro, que também são apoiadores do instituto do VOTO IMPRESSO (auditável), tema que exibiram em camisetas e em adesivos para carros; também levaram às ruas bandeiras, cartazes, faixas, carros de som, em carreatas e em caminhadas ou simplesmente concentrações.

No Recife, o evento aconteceu na Av. Boa Viagem com centenas de veículos que acompanharam de forma, como sempre, ordeira e pacífica com trio elétrico a apoiar todos os que lá compareceram, executando o Hino Nacional e canções patrióticas.

Quem foi, pôde testemunhar uma infinidade de mensagens de apoio ao presidente Jair Bolsonaro e as duras críticas que foram feitas às medidas de isolamento social, como alguns estados e municípios ainda insistem em querer impor. Também foram feitas críticas aos partidos de esquerda, cuja cantilena de pedidos de impedimento do senhor presidente que, mesmo não tendo qualquer embasamento ou sustentação, são perenes. Também criticaram os que vivem a “provocar” o Supremo Tribunal Federal (STF), com pedidos outros, aliás, a suprema corte foi a campeã de críticas.

Alguns veículos de imprensa, como de costume, jogaram manchetes como: “1º de maio tem atos contra e a favor do governo” (sic). Penso que o coerente mesmo seria escrever: “1º de maio tem atos contra OS GOVERNOS ESTADUAIS e a favor DO GOVERNO FEDERAL” pois traria ao conhecimento a Verdade que Liberta.

Kildare Johnson – Bacharel em Direito, Mediador/Conciliador, Árbitro Judicial e Palestrante RM

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