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Bairro de Peixinhos. Foto Jornal Sem Censura

CRISE DO LIXO: MAIS UM ÔNUS (DESNECESSÁRIO) NA CONTA DO PREFEITO

Mal assessorado o prefeito Lupércio está pagando novamente uma conta gerada pela banda amadora e incompetente de sua equipe – no caso da “crise do lixo”. Foi assim também na ausência de prestação de contas do Carnaval e com a falta de fardamento e material escolar dos estudantes da rede municipal. O secretário faz a besteira, mas o ônus cai no colo do prefeito.

São “crises” que poderiam não ter existido, fruto de acomodação e, em alguns casos, muita soberba. O resultado é um enorme desgaste para o chefe do Poder Executivo. Afinal de contas, se o gestor sabe que um contrato vai terminar em um determinado período, cabe a ele tomar providencias para que o serviço não tenha solução de continuidade.

Isto se chama “planejamento”, “gerenciamento”, “logística”. Coisas que infelizmente estão faltando nas prateleiras de algumas secretarias da Prefeitura de Olinda.

EVITANDO O CAOS – Não é que uma cidade como a nossa não vá ter problemas diários. Terá inúmeros, inclusive causados pela ignorância do próprio povo. Mas uma gestão competente se antecipa a eles e na medida do possível apresenta soluções que evitem o caos.


No caso do lixo – que merece uma campanha permanente de conscientização da população – o serviço de coleta deverá ser normalizado nos próximos dias. Mas as marcas de uma cidade afundada na sujeira durante as festas de final de ano dificilmente sairão da memória dos moradores. As imagens de montanhas de lixo rodaram não só em Olinda, mas no estado todo, via redes sociais e imprensa em geral.

Que o professor aprenda logo a lição. Caso contrário. . . . .

Um comentário em “CRISE DO LIXO: MAIS UM ÔNUS (DESNECESSÁRIO) NA CONTA DO PREFEITO

  1. É preciso prestar atenção para outros sérios problemas de saúde que o lixo poderá causar a população em geral. As moscas por exemplo voam e transmitem doenças em qualquer lugar, só basta que o lixo esteja exposto. Isso sem falar na proliferação de ratos e baratas, vetores de vários outros tipos de doenças. Enfim, que 2018 seja considerado o ano da limpeza.

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