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FALOW & DISSE! – “Contingenciar NÃO é Cortar” – Kildare Johnson

Senhoras e Senhores observadores,

Na última quarta-feira, dia 15 de maio, houve uma espécie de manifestação equivocada em sua essência, mas RADICALMENTE coerente em sua (sabida) INTENÇÃO. Basta ter acesso às imagens que mostram o que estava escrito nas faixas exibidas e nas camisetas dos “militantes”.

Explico: Desde o dia 28 de outubro de 2018 que ouvimos a palavra “resistência” e aqui não estou entrando no mérito da insatisfação dos que não obtiveram êxito no pleito de 2018, pois essa tal “resistência” ultrapassa os limites do que podemos considerar como o descontentamento com a derrota nas urnas, o que é legítimo e faz parte da democracia.

Ocorre que se percebe como desejo algo muito mais além da simples torcida para o opositor eleito democraticamente, com mais de 57 milhões de votos, se dar mal, o que por si só já demonstra um misto de total falta de respeito e descompromisso com a vontade dos eleitores, com o país e a sordidez de até “pagar o preço” das graves crises que poderão advir, caso não haja o sucesso esperado, valendo até sofrer, só para ver “ferrado” os ideais daqueles que não comungam com suas ideologias. Me refiro, claro, a “turminha do quanto pior, melhor”. Triste isso!

Não é difícil perceber que muitos veículos da chamada “grande mídia”, que se prestam manobrar alguns “manifestantes” e que, também, não medem esforços para enaltecer os eventuais pontos negativos e até, perigosamente, fazem questão de distorcer a realidade, com o intuito de enfraquecer, ou mesmo desestabilizar, o governo que está apenas começando e isso percebemos claramente quando o assunto é, por exemplo, a Reforma da Previdência.

Quantos não exibem em seus perfis nas redes sociais a frase “sou contra a reforma da previdência”, sem que tenha se dado conta da real situação em que se encontra a Seguridade Social, após tantos desmandos e, mais ainda, quando insistem em transformar contingenciamento, que NÃO é de 30%, como querem introduzir na opinião pública, em “corte de verbas”!

Senhoras e senhores, uma coisa nada tem a ver com outra, porque só se contingencia verba DISCRICIONÁRIA, que é bem diferente dos gastos OBRIGATÓRIOS, que são os pagamentos dos “sagrados” salários dos servidores ativos e aposentados e que, portanto, estão previstos em lei, não podendo, sob nenhuma hipótese, ser cortados, congelados ou mesmo bloqueados.

Os valores contingenciados estão “contidos”, até que o país tenha um leve suspiro de crescimento, logo, há previsão de disponibiliza-los, por isso é VALE A TORCIDA para DAR CERTO, para o Brasil começar a CRESCER! Já a verba OBRIGATÓRIA está plenamente ASSEGURADA!

Acordemos, meu povo, vamos “CONTINGENCIAR” a DESCONFIANÇA e “CORTAR” a NEGATIVIDADE, afinal a eleição passou! Que tal torcermos para o país dar certo, ainda que o Presidente eleito não tenha sido aquele para quem demos o nosso voto? Isso é “fair play” ou JOGO JUSTO, os maiores beneficiados com a estabilidade seremos nós, o já tão sofrido povo brasileiro!

Kildare Johnson – Mediador Judicial – Árbitro – Palestrante motivacional. Escreve aos domingos no Observatório de Olinda

2 thoughts to “FALOW & DISSE! – “Contingenciar NÃO é Cortar” – Kildare Johnson”

  1. Resumindo caro Kildare Johnson, o mais interessado em transformar o Brasil em uma grande NAÇÃO, além de outros MILHÕES de BRASILEIROS, chama-se: JAIR BOLSONARO! Um ótimo domingo para todos os leitores deste respeitável blog de notícias de nossa histórica Marim dos Caetes.

  2. O problema é que a tal resistência ñ pensa no bem comum. Visam apenas a libertação de uma criatura que só olhou para o seu próprio bem, o bolso dele. Os governos anteriores enviaram mais de 50 Milhões para outros países, nossa saúde e educação grita por socorro. Mas ninguém fez protesto. Hj td é motivo de celeuma. Hipócritas!

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