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COM OU SEM REMÉDIO, 80% SERÃO CURADOS – DIZ INFECTOLOGISTA

Apesar de todo debate e polêmica em torno do uso da cloroquina no tratamento de pacientes com a Covid-19, outros medicamentos estão sendo estudados no mundo inteiro com a mesma finalidade.

De acordo com o chefe do setor de Infectologia do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), Demétrius Montenegro, entre os mais promissores está o antiviral Remdesivir, utilizado no tratamento do ebola.

Ele apresentou resultados clínicos positivos em testes recentes e vem sendo usado de forma experimental em pacientes com o novo coronavírus nos Estados Unidos e no Japão.

“Essa medicação, dentre todas as estudadas, talvez é a que tenha realmente uma maior eficácia. Não em relação a diminuir a letalidade, mas o tempo de internamento dos pacientes, o que já é um grande feito. Aqui no Brasil ainda não está disponível. Mas nos EUA foi liberado para pacientes com Covid-19”, disse.

Recentemente, a farmacêutica americana Gilead Sciences, responsável pela fabricação do antiviral, abriu mão da patente para facilitar o acesso ao medicamento em 127 países. Contudo, o Brasil ficou de fora da lista.

A União Europeia já estuda liberar a venda do remédio para tratar pacientes com Covid-19. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está em contato com o fabricante para acompanhar a evolução das pesquisas envolvendo o medicamento no combate ao coronavírus.

O médico explicou que os casos leves da Covid-19 representam cerca de 80% do total e, independentemente da medicação utilizada, os pacientes desse grupo vão se curar.

“Aquelas pessoas que têm um quadro mais grave, a situação mais crítica fica em torno de 5%. Se tiver uma boa terapia intensiva também tem uma boa chance de cura dessa doença”, afirmou.

Fonte: Folha de Pernambuco

Um comentário em “COM OU SEM REMÉDIO, 80% SERÃO CURADOS – DIZ INFECTOLOGISTA

  1. Na chamada gripe espanhola os médicos recomendavam o consumo de quinino, como eficaz no tratamento da moléstia. Hoje, a coloroquina, derivada dessa substância, foi ideologizada e deu no que deu. Uma polêmica sem fim.
    De um lado, Bolsonaro , falando bem; do outro, Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS, negando a eficácia do medicamento. Mas os dois têm algo em comum: nenhum dos dois é médico!

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