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Prefeitura de Olinda

ÉGUA MORRE ELETROCUTADA EM PRAÇA DE RIO DOCE

Uma égua  morreu eletrocutada, ontem (21), após encostar em um poste metálico na Praça dos Brinquedos – espaço de lazer localizado na Avenida das Garças, no bairro do Rio Doce. A área é muito frequentada por crianças, mas sofre com a falta de manutenção. Há duas semanas o Observatório de Olinda denunciou a precariedade deste mesmo tipo de poste no Alto da Sé.

De acordo com a equipe de iluminação da Prefeitura de Olinda, o acidente ocorreu porque bandidos (não tem outro termo para se referir a este tipo de gente)   cortaram os fios de aterramento do poste a fim de fazer ligações clandestinas.

O secretário de Articulação, Arlindo Siqueira, informou que a equipe corrigiu o problema e também verificou os outros três postes da praça, que não apresentaram problemas. “Foi emitida ordem de serviço para que a empresa de manutenção faça uma revisão preventiva imediata em todas as praças do município, nas quais se tenha este tipo de poste metálico”, afirmou.

Arlindo informou também que encontra-se em execução um programa de substituição de todos os postes metálicos existentes por outros de concreto. “Ressaltamos os perigos da ligação clandestina e salientamos a necessidade de denúncias por parte da população para que incidentes sejam evitados”, comentou.

ESCRÚPULOS – Seria bom que a prefeitura e a polícia investigassem e prendessem os autores dos crimes, tanto da ligação clandestina, quanto do assassinato do pobre animal, vítima da ganância, da pouca vergonha, da safadeza e da falta de escrúpulos destes marginais que não pensam nas consequências de seus atos.

Do mesmo jeito que matou um animal de grande porte, poderia ter fulminado qualquer pessoa que tivesse tocado no poste.

3 thoughts to “ÉGUA MORRE ELETROCUTADA EM PRAÇA DE RIO DOCE”

  1. E lugar de bandido é na cadeia. Se estivéssemos na China ou outros países que possuem punições mais extremas, esse tipo de incidente não ocorreria, porque quem estaria com a vida em risco seriam todos que cometessem esse tipo de crime. Já que não somos esses países, o mínimo que pode ser feito é a referida investigação e fiscalização para que outros incidentes como esse não ocorram.

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