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NEM A PANDEMIA DIMINUI SANHA DOS BANDIDOS EM RIO DOCE

Em tempos de pandemia, os marginais pintam e bordam em Rio Doce. Os moradores estão cada vez mais apavorados com a onda de violência. Os furtos, roubos e assaltos à mão armada têm sido frequentes no bairro.

Hoje, andar tranquilamente pelas ruas e avenidas do bairro olindense é um desafio. Tem uma gangue praticando assaltos à mão armada, furtos e arrombamentos nas residências da III Etapa, principalmente, nas ruas da Goiaba, Jaildo Figueira, Coração de Negro, Josué Ferraz Barbosa, Frei Vicente Salvador, Iraci de Queirós. Macaíba, Fruta-pão, Amora, Jambo, Dendê e Carlos Xavier de Brito.

Os moradores estão apavorados com a sanha dos marginais e a falta de policiamento. Os donos de mercadinhos, supermercados, açougues, farmácias, armazéns, barbearias e comércio de frios, cobram uma ação policial mais eficiente nas localidades que estão entregues ao descaso.

A grande maioria está   fazendo “sangria” nos caixas para evitar assaltos. Os bandidos agem a qualquer hora do dia ou noite: uns pulam os muros para levar escadas, bicicletas, roupas, bomba d´água. Outros roubam os cabos telefônicos.

BRINCOS – A estudante Ângela Roberta, 16 anos, disse que um bandido levou até os brincos dela. “Eu tinha saído do terminal integrado de passageiros no final da tarde, o cara me seguiu de bicicleta, botou uma faca na minha cintura. Levou meu celular e não satisfeito levou meus brincos”, comentou.

Outro morador, Josias Leite, 35, morador da Avenida das Garças, denunciou que os bandidos roubam fio de telefone até na hora do almoço. “O cachorro da minha casa começou a latir. E fui ver o que era. Um sujeito cabeludo subiu no muro da vizinha, cortou com um alicate os fios do telefone, colocou numa bolsa e saiu na maior cara de pau. Eu fiquei na minha”, reclamou.

Sem falar na dupla que age na madrugada, pulando muros e arrastando o que encontra. “Eles entraram pela casa da vizinha que está fechada para reforma e fizeram o rapa no meu quintal. Roubaram roupas e produtos que estavam num freezer. Estamos entregues à própria sorte”, falou a dona de casa Lígia da Silva.

Cadê as polícias Civil e Militar? Policiamento nessas áreas? Alguém viu?Para evitar represálias os nomes contidos nesse texto são fictícios.

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