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FALOW & DISSE! “NEPOTISMO CRUZADO? KKKKKKKK…” – Kildare Johnson

Senhoras e Senhores observadores, um excelente domingo, 14 de julho de 2019, que a semana seja animadora e com boas notícias!

E o Brasil? Ah, o Brasil PROMETE! Ele vai sendo alinhado aos poucos, mas com BOAS perspectivas, mesmo com algumas dificuldades impostas para aprovar o texto base da Reforma da Previdência, na semana passada, e a inclusão de alguns destaques no projeto original, mas que já está mexendo na flutuação do câmbio (para baixo) e na Bolsa de Valores (para cima), mesmo com esse “mimimi” gerado em torno da indicação do Deputado Eduardo Bolsonaro para Embaixador do Brasil no Estados Unidos.

Ah, se eu pudesse… Estou entre os 13 milhões de desempregados, devido aos DESMANDOS do BANDO que se apoderou do Brasil, qual sevandijas, comensais e danosas larvas a destruir seu hospedeiro, “como nunca antes na história deste país”, como bradava o maior dos parasitas que se tem conhecimento. E essa até seria uma ótima oportunidade de recolocação para a minha pessoa, mas lastimo ter o currículo aquém do desejado para o cargo.

Por falar em indicação e em currículo, aproveito para AFIRMAR que, apesar do senhor Ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, indicado em 1990 para o STF, pelo seu PRIMO e, então Presidente da República, Fernando Collor de Mello, ter dito “achar” a indicação do Deputado Federal MAIS VOTADO DA HISTÓRIA, BACHAREL EM DIREITO, SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL CONCURSADO, FLUENTE EM MAIS DE DOIS IDIOMAS, Eduardo Bolsonaro, para assumir a embaixada, ser “nepotismo”, NÃO É. Mesmo sendo ele filho do Presidente da República!

Explico: NEPOTISMO se caracteriza pela DISPENSA de alguém COMPETENTE para um determinado cargo, em detrimento de um parente cujo “preparo” para a função é AQUÉM do de outro candidato apresentado para o cargo ou ainda, se este pretenso indicado não possuir o mínimo desejado para o exercício da atividade o que, DEFINITIVAMENTE, NÃO É o que está acontecendo com a indicação do senhor Eduardo Bolsonaro.

Da mesma forma que não deve ter sido o que aconteceu com o próprio Ministro, que certamente reúne as condições para sê-lo e que estão explícitas no Artigo 101 da Constituição Federal em seu Parágrafo Único que diz: 1) ser brasileiro nato; 2) idade entre 35 e 65 anos; 3) estar em gozo dos direitos políticos; 4) possuir notável saber jurídico; 5) ter reputação ilibada.

Só esse “notável saber jurídico” é que me deixou meio “embatucado”. Será que não havia nenhum outro candidato, à época, com um maior “notável saber jurídico” que o hoje Ministro Marco Aurélio Mello? Quem sabe? Isso é algo subjetivo.

Ainda sobre filhos, a sua filha, Dra. Letícia Mello, aos 37 anos foi nomeada, por Dilma Roussef, Desembargadora do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, para atuar no Rio de Janeiro. Me lembro que à época, a moça foi considerada no meio jurídico como “nova demais” para assumir o cargo. Se comentava, ainda, que “dificilmente ela teria chegado ao Tribunal se o pai não estivesse no STF” (será inveja do povo?).

Sabemos que a jovem derrotou advogados mais experientes como o Dr. Luiz Henrique Alochio de 43 anos e a Dra. Rosane Thomé de 52 anos. Provavelmente esses não detinham tantos “notáveis saberes jurídicos”, quanto a moça que carrega o sobrenome Mello, não é mesmo?

Seja como for, O Presidente Norte Americano, Donald Trump, já cogitou enviar o filho, Eric Trump, para ser embaixador no Brasil, caso se confirme a nomeação de Eduardo Bolsonaro. “Eita”, vai ter gente chamando isso de (sic) “Nepotismo Cruzado”, aposto! Só rindo mesmo: kkkkkkkkkkkkk…

Kildare Johnson – Mediador Judicial – Árbitro – Palestrante motivacional. Escreve aos domingos no Observatório de Olinda.

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