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PROFESSORES X LUPÉRCIO – A HORA DA VERDADE CHEGOU

Com o início da gestão do prefeito Lupércio uma das áreas onde se gerou as maiores expectativas foi a Educação. Pelo fato de o prefeito ser também um professor e conhecer bem o martírio da profissão, especialmente na rede pública, há um fio de esperança por melhorias no setor que foi pouco valorizado nas gestões comunistas de Luciana Santos e Renildo Calheiros. Hoje à tarde – ainda com desconfianças de lado a lado – representantes do Sindicato dos Professores da Rede Municipal de Olinda (Sinpmol) e o prefeito se encontraram para tratar das reivindicações da categoria para o ano de 2017.

A data-base ocorreu em janeiro, mas as negociações só estão começando agora por conta do período de transição e adaptação do novo governo. “O prefeito mostrou-se preocupado com o fato de começarmos a negociar nossa pauta agora, pois o reajuste que aprovarmos será retroativo a janeiro e ele não quer que este resíduo acumulado estoure de uma vez”, informou o presidente do Sinpmol, Wildson Cruz.

O sindicalista disse também que os professores estão bastante mobilizados e atentos para que as reivindicações sejam atendidas. Na semana passada eles participaram do ato nacional contra a Reforma da Previdência e pelo cumprimento da lei que prevê o piso nacional de R$ 2.298,80 para os professores.


ÚLTIMA HORA – Durante o encontro de hoje – que durou cerca de duas horas – eles entregaram ao prefeito o Plano Municipal de Educação e a pauta de reivindicações 2017. A próxima reunião ficou marcada para o dia 04 de abril, quando a prefeitura deverá apresentar uma proposta para a categoria.

“Hoje fizemos uma reunião de última hora. Não estava agendado nada e o prefeito ligou pra gente pela manhã solicitando a nossa presença para iniciar as discussões. Em abril eles devem apresentar um índice para o reajuste e também respostas aos outros itens da nossa pauta”, afirmou Wildson.

2 comentários em “PROFESSORES X LUPÉRCIO – A HORA DA VERDADE CHEGOU

  1. Sou professora contratada. Espero que ele olhe pra nós com um olhar visando maiores condições de trabalho. E que nós como profissionais que somos. Não recebemos férias e nem décimo. Não temos direito a gozar tanto das férias como no recesso. Somos trabalhadores tal qual os outros profissionais da área de educação.

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