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POLÍCIA E PREFEITURA INTERDITAM “INFERNINHO” NO BAIRRO NOVO

Quatro anos depois da tragédia da boate “Kiss”, no Rio Grande do Sul, ainda tem gente irresponsável o suficiente para abrir estabelecimentos similares sem o devido licenciamento da prefeitura e demais órgãos fiscalizadores. No final de semana passado a Secretaria de Controle Urbano da Prefeitura de Olinda e a Polícia Militar interditaram o “inferninho” que funcionava como casa de festas clandestinamente, na Avenida Getúlio Vargas nº 142, próximo à Praça 12 de Março, no Bairro Novo. Não tinha licença de nada. Só um quadro de Bob Marley na entrada.

Moradores da área denunciaram o estabelecimento porque já não conseguiam mais ter sossego dentro de casa por conta do barulho e das confusões durante as madrugadas. Já os comerciantes do entorno também sofreram com os prejuízos causados pelas pichações realizadas pelos frequentadores do local nas paredes dos estabelecimentos e das casas das ruas próximas.

“Recebemos diversas denúncias e até abaixo-assinado com mais de 70 rubricas. Realizamos a primeira abordagem há algumas semanas, fizemos o alerta, porém nada foi resolvido. Então agora interditamos o local. Para se regularizar, o responsável pelo estabelecimento precisa providenciar tratamento acústico da casa, licenciamento e atestado de regularidade dos Bombeiros, que estavam vencidos”, explicou o executivo de Controle Urbano de Olinda, Romero Ribeiro.

De acordo com ele, um local de festas, entre outras obrigações, precisa ter autorização dos Bombeiros, Vigilância Sanitária e Controle Urbano.


Ainda bem que a prefeitura agiu preventivamente interditando o local antes que algo pior acontecesse. De fora da casa é possível ver que entradas e janelas são estreitas e gradeadas. Ou seja, em caso de incêndio, por exemplo, haveria muita dificuldade para quem estivesse lá dentro conseguir sair. Depois das tragédias não adianta “chorar o leite derramado”.

Quem quiser fazer denúncia similar pode telefonar para 3439-5535

15 comentários em “POLÍCIA E PREFEITURA INTERDITAM “INFERNINHO” NO BAIRRO NOVO

  1. isso é que é jornalismo irresponsável! totalmente parcial, só ouve um lado.
    isso não é jornalismo, é um relato de um só lado.
    cadê a entrevista com o propietário?
    cadê a investigação sobre o que acontece no local?
    assim é facil ser jornalista, do sofá de casa dando o relato só do ESTADO.

  2. Como que vocês fazem uma matéria apenas com a versão de moradores? Vocês conversaram com o dono ou alguém responsável pelo local? Com os próprios frequentadores do “”””INFERNINHO””””?????

    Vocês da mídia são nojentos!!! Ainda bem que tenho direito de achar o que eu quiser.

  3. imprensa nojenta e sem responsabilidade no que fala, isso é um centro cultural q da espaços a artsitas indepedente que nao tem espaço na cidade dos artista ricos .

  4. A matéria é tão ridícula que não tem fundamento algum. Não venham com esse papinho mequetrefe de que a prefeitura disse isso ou aquilo ou que os moradores falam A ou B. A casa tinha sim todos os documentos necessários, o que ocorreu ai foi arbitragem feita por incompetentes e preconceituosos, aliás, vocês devem ter se familiarizado bastante né? Enfim, repórteres lixos que sequer sabem fazer uma matéria completa (pois se soubesse o mínimo de jornalismo saberiam que pra fazer uma matéria pública, é necessário ouvir os dois lados, e não soltar os cachorros fundamentados em nada esperando uma das partes ire atrás de esclarecer o que não tem pra esclarecer). Façam seus trabalhos direito.

  5. Esse tipo de comércio se estende por toda os Sítios Históricos de Olinda bares camuflados com nomes de Mercearia, Bodega, Comedoria, Licoteria e recentemente as Pousadas estabelecidas na Rua do Amparo transformaram-se em Casa de Eventos promovendo Festas de casamento shows com bandas ao vivo infernizando a vida dos moradores todos sem Alvará da Prefeitura de Olinda. Existe a Lei Municipal 4849/92 de 23 de Junho de 1992 que proíbe esse tipo de comércio.

  6. A matéria é tendenciosa e preconceituosa e não contribui em nada para nada. Vivemos em Olinda uma série nefasta de “destruição” dos espaços públicos para apresentações de artistas locais e da nossa tá “defendida” cultura popular, quanto a isso ninguém se manifesta. Além do fato dessa prefeitura omissa que não tem nenhum interesse em emitir alvarás de funcionamento visto que há pouco uma reportagem informou que dos 15 estabelecimentos (levantamento feito a época) de bares e restaurantes do sítio histórico apenas 01 teria o dito alvará e mesmo assim vencido, porque será ? será que TODOS esses empresários não tinham interesse ou meio de se tornarem “legais” ou existe uma certa “pré-disposição” para evitar a emissão dos mesmos e assim não se tornar co-responsável pelo que possa haver no futuro (inclusive a “insatisfação” dos “incomodados de plantão”, eleitores do prefeito da vez e “pseudo-associações” de moradores e “defensores de Olinda” tipo uma tal de SODECA).
    A discussão sobre os espaços para que os profissionais do ramo ( produtores, músicos, compositores, dançarinos, técnicos e operadores de som, trabalhadores de empresas de infra estrutura, trabalhadores ambulantes, etc) trabalhem em Olinda sejam público ou privados é uma discussão muito maior do que simplesmente noticiar o fechamento de mais um “inferninho” em nossa cidade, afinal de contas “o inferno é aqui…”

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