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OPORTUNIDADES PERDIDAS NA CRISE DO CORONAVÍRUS

PEDRO TINÔCO* – É comum afirmar que “Além da dor e dos prejuízos, toda crise traz consigo também OPORTUNIDADES“. Oportunidades de ganhar dinheiro, de mudar visões de mundo, de ajudar o próximo, de rever valores, de projetar novos líderes e de lançar no esgoto tantos outros.

Trazendo a conversa para o campo político aqui de nossa pequena província (Oh Linda!) verificamos hoje, último dia do mês de maio, como os opositores do prefeito Professor Lupércio estão perdidos, sem rumo, absolutamente desnorteados.

Três meses após o início da pandemia do Coronavírus apenas o presidente da Câmara Municipal, o vereador Jorge Federal, soube “capitalizar” politicamente a crise. Cumprindo seu papel fiscalizador como parlamentar, ganhou visibilidade (mídia) ao denunciar suposto superfaturamento na aquisição de produtos sem licitação.

Armando Sérgio também tem dado as suas “caneladas”, como diz o presidente Bolsonaro, mas fora do foco atual, que é a pandemia. Triste mesmo é a situação dos demais pré-candidatos. A maioria desconhecidos da população.

Ou estão escondidos, trancados dentro do quarto de casa, ou pior: dando tiros no próprio pé. Como o proprietário do Shopping Patteo e pré-candidato do MDB, Celso Muniz, que se tivesse uma boa assessoria de comunicação teria ganho muito “eleitoralmente” durante a crise do Covid-19.

MOVIMENTO – Para isto, bastaria apenas ter usado a sua liderança (que a esta altura não se sabe se ele tem mesmo alguma) para criar, juntamente com a CDL, igrejas e outras entidades da sociedade civil; um movimento de solidariedade que mobilizasse toda cidade no objetivo de prover meios de apoio de combate ao vírus, como fez recentemente João Carlos Paes Mendonça.

A cada novo passo ele estaria dividindo os holofotes da mídia com o prefeito e o presidente da Câmara. Não haveria crime eleitoral ou qualquer impedimento nisto, uma vez que o líder do movimento, pessoalmente, não estaria doando nada a ninguém, mas apenas promovendo voluntariamente uma intensa mobilização social na cidade.

O que fosse arrecadado seria entregue diretamente à prefeitura, que se encarregaria de promover a distribuição. Com um detalhe: sem tirar um centavo do bolso. Simples assim.

AS MÁSCARAS – Mas ao invés disso, o dono do shopping preferiu a comodidade de, a esta altura do campeonato (com o jogo já chegando ao fim) “sugerir” ao prefeito Lupércio a aquisição de máscaras para distribuição com a população.

Claro que a “ideia” pegou muito mal; pelas razões expostas na matéria que publicamos ontem (30) http://observatoriodeolinda.com/dono-do-patteo-cobra-doacao-de-mascaras-mas-nao-deu-uma-sequer/. As reações foram as piores possíveis pela simples razão de o candidato, até o momento, não ter nada para mostrar à cidade, além do seu centro de compras.

É assim que não se ganha uma eleição. Com desinteligência e a arrogância de não reconhecer erros. Já o prefeito, com sua fala mansa e aquele jeitinho paciente de ouvir o povo na rua, caminha a passos largos para mais uma acachapante vitória, podendo ocorrer até mesmo no 1º Turno, como atestam números de alguns levantamentos que o Observatório de Olinda teve acesso.

É isso aí.

*Pedro Tinôco, jornalista profissional e editor do Observatório de Olinda.

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