Skip to main content

OLINDA VERGONHA NACIONAL: ELEIÇÃO DO COMDACO VIRA ZONA E MP MANDA SUSPENDER

E, infelizmente, as previsões catastróficas de um processo que começou errado, transcorreu errado e, por teimosia de seus gestores, terminou errado, se concretizaram hoje (06), com o caos na eleição promovida pelo Conselho Municipal da Criança e do Adolescente de Olinda (COMDACO). 

Deu tudo errado e o Ministério Público recomendou a suspensão do processo, frustrando milhares de eleitores e, principalmente, os candidatos. As falhas, que começaram no edital, se estenderam absurdamente até as 40 mil cédulas de votação que continham erros grosseiros como ausência do nome da candidata Cristiane Barbosa e o seu número ao lado do nome de outra candidata.

Além disso, o candidato Guilherme Caio Félix Paixão, excluído do processo por determinação judicial em função de já haver sido condenado por assalto à faca contra uma adolescente de 15 anos, ainda constava nas cédulas eleitorais.

O Ministério Público constatou erros crassos na cédula de votação. É inviável, portanto, o prosseguimento do escrutínio nesta data. Recomendamos a imediata suspensão do processo eleitoral e substituição da Comissão Especial”, diz a nota 11/2019 do Ministério Público de Pernambuco.

RENUNCIA JÁ – Diante do caos e da humilhação nacional da cidade de Olinda, o mínimo que deveria acontecer agora é a renúncia coletiva do trio Maria Paulina de Brito Lucena (presidente do COMDACO),  João Carlos Oliveira Faria (presidente da Comissão Eleitoral, este já destituído pelo MP) e Odin Neves, o secretário de Desenvolvimento Social de Olinda, que chegou a culpar o presidente Bolsonaro pelas bizarrices que estavam acontecendo em Olinda, em clara e absurda ‘transferência de responsabilidade‘.


No último dia 19 de setembro, em audiência pública na Câmara Municipal, vereadores e conselheiros deram várias sugestões e alertaram para o caos que se anunciava, já que, questionados até mesmo sobre os custos da eleição, nenhum deles soube responder. Paulina, João Carlos e Odin preferiram ignorar as recomendações e apostar na “sorte”. Deu no que deu, hoje.

Mas o descaso pode custar caro aos (ir)responsáveis pelo descalabro. Ao final da recomendação do MP, a promotora de Justiça Aline Arroxelas solicita que seja enviada cópia do documento à 4ª PJDC de Olinda a fim de que seja apurado eventual prejuízo ao erário e/ou improbidade administrativa.

Aguardem porque este assunto ainda vai render muito.

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: