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MÃES DO COLÉGIO IMACULADO MOSTRAM FORÇA NA LUTA CONTRA VIOLÊNCIA

Assim como “las madres de la Plaza de Mayo” – movimento de mulheres argentinas que visava resgatar com vida os filhos vítimas do governo ditatorial daquele país nos anos 70/80 – a mobilização das mães do Colégio Imaculado Coração de Maria, que se uniram para combater a violência nas ruas próximas à escola começa a render bons frutos. (Leia matéria anterior http://observatoriodeolinda.com/a-violencia-e-o-desespero-da-classe-media/ )

Após a coleta de aproximadamente 300 assinaturas, que foram entregues agora pela manhã à direção da escola, a instituição se comprometeu a melhorar o sistema de segurança, ampliando a área de cobertura de câmeras de vídeo monitoramento para filmagens nas ruas no entrono do colégio e estuda também a contratação de segurança privada, que depende de “questões legais” para ser efetivada.

Após o encontro com a direção da escola representantes do grupo de mães também foram até o 1º Batalhão da Polícia Militar cobrar uma maior presença da PM nas ruas de Bairro Novo. “Entendemos que a escola foi solícita e respondeu de imediato às nossas preocupações. A direção nos informou que ainda na semana passada solicitou um projeto para colocação de novas câmeras que filmarão o lado de fora do colégio. No nosso entendimento o colégio agiu com sensibilidade e responsabilidade, não se omitindo diante do problema, que na verdade sabemos é uma questão de segurança pública”, analisou Wilda Vilela, uma das organizadoras do grupo.


Dentro das ações para envolvimento dos entes responsáveis pela segurança a Polícia Militar também foi acionada e deverá se pronunciar sobre que providencias irá tomar para melhorar a segurança nos horários de entrada e saída dos alunos da escola até sexta-feira (30), quando a comissão espera se encontrar com o comandante do 1º Batalhão.

“Já tomamos conhecimento do problema e estamos estudando uma forma de melhorar nossa atuação naquela área. O documento será encaminhado ao nosso comandante que certamente dará as respostas que a comunidade espera”, afirmou o capitão Cledson após receber a comissão na sede do quartel do 1º BPM, em Rio Doce.

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