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GREVE GERAL: PROFESSORES PARTICIPAM DE ATO NACIONAL CONTRA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

O Sindicato dos Professores da Rede Municipal de Olinda (Sinpmol) participa hoje (15) da mobilização nacional da educação contra a reforma previdenciária e pelo cumprimento da lei que prevê o piso nacional de R$ 2.298,80 para os professores. No último dia oito de março uma assembleia aprovou a decretação de greve geral por tempo indeterminado, atendendo orientação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). A concentração do evento acontece a partir das 9h, na Praça Oswaldo Cruz, no Recife, mas às 8h o sindicato disponibilizará ônibus para levar os professores até a manifestação.

Além do sindicato de Olinda outras seis entidades de diversos municípios e do estado também participarão da mobilização de maneira unificada. “Será um ato histórico, pois, em Pernambuco, nunca houve uma assembleia conjunta como a que vamos realizar hoje (15)” afirmou o presidente do Sinpmol, Wildson Cruz. Após a concentração os professores devem seguir em caminhada até a Assembleia Legislativa de Pernambuco, onde haverá novas manifestações.

Cruz informou que a categoria aprovou um calendário de mobilizações que prevê também outros atos entre os dias 16 e 20 de março. Amanhã (16) haverá manifestações contra a Reforma da Previdência em frente à Câmara de Vereadores de Olinda (9h) e distribuição de “Carta Aberta” à população sobre os prejuízos da reforma. Na sexta-feira (17) o Sinpmol  estará presenta na “Caminhada da Colônia de Férias dos Aposentados de Michel Temer”, em ato na Praça do Derby, a partir das 14h. Na segunda-feira (20) os professores se reunirão em assembleia, a partir das 14h, no Caic de Peixinhos, para avaliar o movimento.


APOSENTADORIA – De acordo com a CNTE a reforma da Previdência pretende acabar com a aposentadoria especial do magistério tanto para os novos concursados como para quem tem menos de 45 anos, no caso de professoras, e menos de 50 anos, no caso de professores. Isso significa que quase 70% da categoria dos profissionais do magistério, em efetivo trabalho na docência, deixarão de ter direito à aposentadoria especial, sendo 66,48% professoras e 82,09% professores que se encontram abaixo da linha de corte.

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