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MAIS UM DELÍRIO: ANTONIO CAMPOS QUER SER SENADOR

O Senado virou o “sonho de consumo” de pelo menos dois dos candidatos a prefeito derrotados pelo Professor Lupércio no ano passado. Depois de Luciana Santos (PCdoB), agora é o escritor advogado Antonio Campos (Podemos) quem deseja uma das 81 cadeiras da Câmara Alta. Além do “sonho” comum eles só têm um problema: faltam-lhes votos para chegar a Brasília.

No meio político local (Olinda) e também no estadual o anúncio de uma possível candidatura do “irmão de Eduardo” ao Senado provocou boas gargalhadas. Desde a malfadada tentativa de chegar à Prefeitura de Olinda (2016) muitos o veem apenas  como um “arlequim” do cenário político. Desafetos lembram que nem Miguel Arraes com todo capital político-eleitoral que tinha quis enfrentar a disputa majoritária pelo Senado. Mas torcem para que o neto leve a tosca ideia adiante.

“Seria interessante vê-lo protagonizar esta ‘triste comédia’. Vai ajudar a varrer de uma vez por todas esta figura do meio político. Este rapaz não tem nenhuma, repito, nenhuma contribuição para dar a Olinda e muito menos a Pernambuco ou ao Brasil. A improvável presença dele em Brasília faria o Senado da República ficar muito pior do que já é com Renan e companhia”, afirmou um membro do Partido Socialista Brasileiro (PSB Olinda) que conhece  “Tonca” e suas manias de grandeza desde “pequenininho”.


“É alguém que não pode ser levado a sério”, sentenciou.

Aguardemos pois.

Um comentário em “MAIS UM DELÍRIO: ANTONIO CAMPOS QUER SER SENADOR

  1. Caro Pedro Tinoco,

    Paz e bem.

    Sem apreciar, por enquanto, o mérito das pretendidas candidaturas esquerdistas de Antonio Campos e Luciana Santos ao Senado Federal, as tenho, em princípio, como relevantes para a atual conjuntura política de Olinda onde ditos candidatos têm sua principal base eleitoral.

    Afinal, de há muito, o protagonismo da Cidade-Município vem sendo insignificante dada à falta de conhecimento, dentre outras inaptidões, de sucessivos governantes olindenses, pós 1989, à exceção do prefeito Germano Coelho, sobre a singular presença do Burgo de Duarte Coelho e de sua mulher,dona Brites de Albuquerque, na história de Pernambuco e do Brasil, lembremo-nos sempre: a República é filha de Olinda.

    Tomara que tais candidaturas se firmem na disputa do próximo ano.
    E, caso isso ocorra, vamos debatê-las com profundidade junto ao eleitorado livre e independente do nosso Patrimônio da Humanidade.

    Longa vida ao OBSERVATÓRIO DE OLINDA !

    Abraço do leitor e admirador,

    José Arnaldo Amaral

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